quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Prevenção da progressão da doença

Com base em várias vias bioquímicas que poderiam ter participação na morte neuronal, várias drogas são potenciais candidatas ao papel de neuroprotector. No entanto, ensaios clínicos controlados para mostrar neuroproteção na DP são controversos.

Não existem maneiras de medir directamente a perda neuronal in vivo, e não se sabe ao certo como a sintomatologia se correlaciona com a morte neuronal. Além disso, é difícil separar clinicamente efeito sintomático de efeito protector. Um desfecho clínico normalmente utilizado, por exemplo, é o momento em que o paciente virgem de tratamento apresenta piora funcional e necessita da introdução de levodopa.
Selegilina e vitamina E foram estudadas com este desfecho e observou-se que a selegilina retardava a necessidade de levodopa quando comparada com o placebo, resultado inicialmente interpretado como neuroproteção. Entretanto, foi subsequentemente observado que quando o tratamento com selegilina era interrompido esta diferença desaparecia, indicando que a droga tinha um efeito leve e não sustentado, que era, porém, grande o suficiente para retardar o início da levodopa. Nos estudos controlados, realizados para testar a neuroproteção na DP com medicamentos tais como vitamina E, selegilina, ou bromocriptina, observou-se que nenhum deles produziu evidências definitivas para neuroproteção.
Em resumo, neuroproteção na DP é uma meta ainda não atingida até o momento e nenhum medicamento pode ter recomendação na prática clínica com este propósito.

Algo que é importante referir quando se fala no tratamento da doença de Parkinson é que não existe cura para esta patologia, apenas medicamentos que combatem os sintomas, retardando assim a sua progressão.As células cerebrais, ao contrário das células do resto do nosso organismo, não sofrem renovação. A partir do momento que as células produtoras de dopamina morrem, não há forma de as regenerar. Assim, os grandes trunfos da medicina perante esta doença são os medicamentos, cirurgias, e fisioterapia e terapia ocupacional.




Fisioterapia:
A fisioterapia é um tratamento tão importante quanto os medicamentos. É através da fisioterapia que se faz a manutenção da actividade física e de reeducação dos movimentos.
Os músculos quando estão inactivos têm tendência a atrofiar, consequentemente a contrair-se e a sua força diminuir. A rigidez característica na doença de Parkinson limita a amplitude dos gestos.










Terapia Ocupacional:

A terapia ocupacional é bom no sentido em que o profissional orienta o paciente com o objectivo de facilitar as actividades diárias, assim como ajuda na independência para a higiene pessoal e a sua reinserção na actividade profissional.




Bibliografia:

http://www.google.pt/images?hl=pt-pt&q=bioquimica%20da%20doen%C3%A7a%20de%20parkinson&um=1&ie=UTF-8&source=og&sa=N&tab=wi&biw=1280&bih=558

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